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Marcha da Maconha São Paulo 2017 – 06/05

6 de maio, 2017 às 14:20 - 20:20 UTC-3

QUEBRAR CORRENTES _|/_ _|/_ _|/_ PLANTAR SEMENTES
No próximo dia 06 de maio, mais uma vez ocuparemos as ruas de São Paulo pela legalização da maconha e pelo fim da guerra às drogas.

Estaremos nas ruas por muitos motivos. Porque limitam nosso direito à própria consciência e ao próprio corpo quando nos criminalizam por fumar maconha. Prazer é importante, porra!
Somos pessoas ativas na sociedade. Estudantes, artistas, trabalhadorxs, defensorxs de direitos humanos e pesquisadorxs; somos jovens, velhxs, homens, mulheres, LGBTQ.

A diversidade é nossa marca e nos reuniremos no MASP vindos de todas as partes da cidade para dizer: Chega de Guerra! Respeitem nosso direito de cultivar e fumar maconha em paz!
A Marcha da Maconha é um movimento horizontal e apartidário. Nos organizamos em blocos temáticos para acolher todo mundo ☺Acompanhe as reuniões e as páginas da Marcha e participe!

Convide amigxs, prepare seu cartaz e nos vemos no MASP no dia 06 de maio a partir das 14h20! Vai ser lindo! Vamos fazer a maior Marcha da Maconha da história desse país!
#QuebrarCorrentes #PlantarSementes #Legaliza #ChegadeGuerra

*** A Marcha da Maconha NÃO tolera e NÃO permirte qualquer tipo de abuso ou assédio. Fiquem avisadxs: Machistas, Racistas, Homofóbicos e Transfóbicos – Fora! Basta! se aparecer VAI TER REVIDE ***
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POR QUE MARCHAR PELA LEGALIZAÇÃO DA MACONHA E PELO FIM DA GUERRA ÀS DROGAS:
*Em um contexto de 60 mil homicídios por ano, com massacres que se repetem no sistema penitenciário desde o carandiru e as milhares de mortes provocadas pela polícia na rua, a lógica de guerra às drogas está na raiz dos problemas da segurança pública e da justiça social do país.

*Essa guerra não acontece por acaso, ela é fruto de um projeto conservador e reacionário de criminalização das culturas negras que também já proibiu a capoeira, as religiões de matrizes africanas e o samba. Se e Diamba era fumada pelos escravos, trazida desde África, seu uso segue como expressão de muitas manifestações periféricas.

*Não por açaso, o racismo permanece na implementação atual dessa política repressiva: os mortos e presos em nome da guerra às drogas tem cor e classe — a maioria são jovens negros moradores de periferia.

*Inspirados pelo lema da comunidade quilombaque, clamamos que é preciso relembrar o gesto de luta de nossos antepassados e QUEBRARMOS AS CORRENTES que seguem nos aprisionando e fazendo sangrar. Para PLANTARMOS SEMENTES de um futuro mais igualitário e pacífico.

*O impacto da repressão sobre as mulheres é desproporcional, explicando em boa parte o aumento de mais 500% no número de presas entre 2000 e 2014 no país. As mulheres de periferia sofrem duplamente ao ver filhos e maridos mortos ou presos em nome dessa guerra e sendo submetidas à revistas vexatórias durante visitas às carceragens.

*A sociedade machista é ainda mais cruel com as usuárias de drogas, gerando estigma, discriminação e alimentando o ciclo de violência contra a mulher.

* Apesar dos avanços recentes, milhares de pacientes ainda têm seu direito ao pleno acesso à maconha medicinal negado, em mais um dos efeitos perversos e antiéticos do proibicionismo.

#QuebrarCorrentes #PlantarSementes #Legaliza #ChegadeGuerra

*** A Marcha da Maconha NÃO tolera e NÃO permite qualquer tipo de assédio. Fiquem avisadxs, caso aconteça , pode ter certeza: vai ter REVIDE, vai ter RESPOSTA! Machistas, Racistas e Homofóbicos passa fora, JÁ BASTA! **

Detalhes

Data:
6 de maio, 2017
Hora:
14:20 - 20:20

Local

MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand
Avenida Paulista, 1578
São Paulo, SP 01310-000 Brazil

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